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Sempre é tempo de recomeçar.Em qualquer situação podemos abrir novas portas, conhecer novos lugares, novas pessoas, ter outros sonhos. Renovar o nosso compromisso com a vida e assim, renascer para a vida e alcançar a felicidade.Não importa quem te feriu, o importante é que você ficou.Não interessa o que te faltou, tudo pode ser conquistado.Não se ligue em quem te traiu, você foi fiel.Não se lamente por quem se foi, cada um tem seu tempo.Não reclame da dor, ela é a conselheira que nos chama de volta ao caminho.Não se espante com as pessoas, cada um carrega dentro de si, dores e marcas que alteram o seu comportamento, ora estamos felizes e transbordamos de alegria e paz, ora estamos melancólicos e só queremos ficar sozinhos...O mundo está cheio de novas oportunidades, basta olhar para a terra depois da chuva. Veja quantas plantinhas estão surgindo, como o verde se espalha mais bonito e forte depois da tempestade.As portas se abrem para os que não tem medo de enfrentar as adversidades da vida, para os que caíram, mas se levantam com o brilho de vitória nos olhos.Todo o caminho tem duas mãos, uma que seguimos ainda com passos inseguros, com medo, porque não sabemos ainda o que vamos encontrar lá na frente, na volta, mesmo derrotados, já sabemos o que tem no caminho, e quando um dia, resolvemos enfrentar os nossos medos e fazer essa viagem novamente, somos mais fortes, nossos passos são mais firmes, já sabemos onde e como chegar ao destino, o destino é a vitória, o seu destino é ser feliz, eu creio nisso, e você?Você está pronto para recomeçar?O caminho está a tua espera, pé na estrada, coloque um sonho na alma, fé no coração e esperança na mochila, a vida se enche de novidades para os que se aventuram na viagem que conduz a verdadeira liberdade.
O mundo inteiro está cheio de pessoas. Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar. Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte. Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez. Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar. Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão. Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força. Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade. Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer. Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver. Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros. Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada. Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém queas ajude a descobrir como são importantes. Precisam de alguém Talvez de ti ...
Recolham estas flores negras do jardim do inferno,
Flores regadas com minhas lágrimas, de sofrimento eterno.
Flores sombrias, e cheias de espinhos.
Flores que plantei quando sofria sozinha.
Flores frágeis mais de caule forte.
Flores amargas com perfume de morte!
Recolham estas flores tão tristes e letais,
Que ouviram minhas dores e agora não ouvirão mais.
Recolham estas flores, de aparência sombria e pura.
Recolham todas elas,
E depositem em minha sepultura!
Não procures na angústia da saudade,
A lembrança do teu sonho reprimido
De nada valem as recordaçoes que invadem,
Se nada foram, num tempo já esquecido.
Siga em frente, a procura de ideais,
Se eles foram a razão de sua vida.
Esqueça o tempo que não voltará jamais,
Leve consigo a lembrança da partida.
Se algum dia, bem distante, reviver
Mesmo que seja, mesmo que por um instante....
A lembrança deste meu triste semblante,
Não se demore, volte logo a esquecer.
O pior é o desânimo que, para dificultar mais as coisas, aparece logo agora que tudo melhorou. Não consigo explicá-lo. Acordo com a sensação de covardia de que nada vale a pena, de estar demasiado frágil para enfrentar o dia que começa; estranho... os dias sempre começam. Claro que não é essa a novidade; grave é quando não acaba.

Ao meu redor as pessoas se movem com agilidade, vão de um lado para o outro, sempre com um ar de urgência. Mas ao observa-las, com calma, percebo que sabem, como eu, que tudo isso não tem a menor importância; que o que parece tão essencial é uma estupidez. Sabem que não vão a nenhum lugar, mas fingem ignorar, porque têm medo.

Estive olhando pro espelho por tanto tempo, Que comecei a acreditar que a minha alma está do outro lado. Todos os pequenos pedaços caindo, quebrados. Pedaços de mim, Afiados demais para serem juntados. Pequenos demais para terem importância, Mas grandes o suficiente para me cortar em tantos pequenos pedaços. Se eu tentar tocá-la. E eu sangro. Eu sangro. E eu respiro. Eu não respiro mais. Eu respiro e tento desligar o que os meus espíritos induzem. Mas como você consegue se recusar a beber como uma criança teimosa? Minta para mim, me convença que eu sempre estive doente.E que tudo isso fará sentido quando eu melhorar. Mas eu sei a diferença entre eu e o meu reflexo. Eu simplesmente não posso deixar de imaginar...Qual de nós você ama? Então eu sangro. Eu sangro.E eu respiro. Eu respiro, não...Sangro. Eu sangro.E eu respiro. Eu respiro. Eu respiro. Eu não respiro mais.
Cinzenta manhã de inverno
Aguça o cheiro de paz
Traz conforto ao ser
preso atrás dos vitrais
Singular sentimento
Me deprime ao extremo
Nostalgia me domina
Dilacera meu peito
Meu coração agora sangra
Minha alma se despedaça
Num segundo, sou luz resplandecente
No outro, só cinzas da tristeza
Ultra-romantismo crônico
Intrínseco desejo mórbido
O mal-do-século me fez assim
De repente me fecho e morro
Transpiro a solidão dos mortos
Nas sombras caio em devaneio
Moribundo nos braços da Deusa
Minguante e soturno, desvaneço
Sou um estranho dentre os vivos
Uma árvore retorcida pelo tempo
Espírito perdido na névoa
Espectro num cemitério maldito
Sou o choro da criança
O desespero num funeral
Sou o último suspiro
A melancolia fatal
Sou lágrima que escorre
Sou brisa que beija a face
O viajante que não retorna
Sou o semblante da saudade
Transpiro a solidão dos mortos
Do teu olhar ainda lembro
Transpiro a solidão dos mortos
Por que fostes tão cedo?